Walk-in ou horário marcado: o que cabe no studio quase nunca é uma escolha absoluta. Tem casa que só abre a fila. Tem casa que só marca. A maioria mistura os dois no mesmo dia — e o problema começa quando cada modo vive em um lugar diferente.
Quando o walk-in é o ritmo certo
Se o movimento é de rua, o cliente entra e espera. O studio precisa mostrar a ordem da fila, quem está na cadeira e quem está livre. Walk-in sem visibilidade vira empurrão no balcão e “quem chegou primeiro?”.
Quando o horário marcado protege a cadeira
Serviços longos, profissionais com demanda própria e clientes que não querem esperar pedem horário marcado. O que cabe no studio aqui é respeitar o slot: um atraso não pode esconder o próximo nome.
- Walk-in: fila visível, tempo de espera honesto.
- Horário marcado: slot, serviço e profissional.
- Misto: os dois na mesma tela, sem lista paralela.
O misto só funciona se for um fluxo
O erro clássico é agenda no WhatsApp e walk-in no caderno. A recepção não vê o próximo. O barbeiro chama no feeling. Walk-in ou horário marcado deixa de ser estratégia e vira confusão. O que cabe no studio é um único quadro da operação.
O Cortu trata walk-in e horário marcado no mesmo sistema, para o studio escolher o ritmo — ou os dois — sem duplicar a fila.